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Os ambientes marinhos e costeiros do Brasil são os menos protegidos por unidades de conservação (UCs). Atualmente, apenas 1,57% da área marinha brasileira é protegida por UCs (55.199 km² divididos em 166 UCs); contra os 18,0% das áreas continentais (1.530.579 km² divididos entre 2.053 UCs). Isso evidencia a necessidade de maior atenção às áreas marinhas e costeiras do país.
Além disso, também se destaca a necessidade do monitoramento contínuo dessas UCs para sua efetiva gestão, o que por vezes não é realizado adequadamente por falta de recursos humanos e financeiros.
É dentro desse contexto que surge o projeto "Monitore Tupinambás", com o intuito de testar uma ferramenta de uso simples, rápido e de baixo custo para o monitoramento de longo prazo dos organismos marinhos de nossas UCs Marinhas, integrando servidores, pesquisadores e cientistas cidadãos, a fim de auxiliar na gestão destas áreas. Se soubermos quais são os organismos e como eles variam ao longo do tempo, podemos planejar melhor a conservação dos mesmos nas áreas marinhas protegidas.
Atualmente, este projeto piloto encontra-se em período de testes, e está dividido em duas etapas:
Etapa 1: O registro fotográfico dos organismos do costão rochoso (coleta de dados)
Etapa 2: A análise das fotografias para a identificação dos biótopos presentes (análise de dados).
Ambas as etapas envolvem cientistas cidadãos.
A primeira etapa foi realizada na Ilha das Palmas (Ubatuba – SP), uma das ilhas pertencentes à Estação Ecológica Tupinambás (ESEC Tupinambás), com o auxílio de seus servidores mergulhadores.
As fotos foram obtidas em um trecho do costão rochoso dessa ilha, em profundidades que variaram entre 6 e 12 m, tanto no verão quanto no início do outono (Janeiro e Abril de 2017).
Agora, para a segunda etapa, de análise das fotos, sua ajuda é fundamental! Precisamos identificar quais os biótopos presentes nessas fotografias.
Participe do projeto Monitore Tupinambás e contribua para o desenvolvimento dessa ferramenta que poderá auxiliar no monitoramento e conservação de nossos ambientes marinhos!
Referência: http://www.mma.gov.br/images/arquivo/80112/CNUC_FEV17 - C_Bio.pdf
Brazil's marine and coastal environments are the least protected by conservation units (a type of marine protected area - MPA - in Brazil). Currently, only 1.57% of the Brazilian marine area is protected by Protected Areas (PAs) (55,199 km² divided into 166 PAs) against 18.0% of continental areas (1,530,579 km² divided by 2,053 PAs). This highlights the need for greater attention to the coastal and marine areas of the country.
It also highlights the need for continued monitoring of these PAs for their effective management, which sometimes is not performed properly due to lack of human and financial resources.
Within this context, the "Monitore Tupinambás" project aims to test a simple, quick and low-cost tool for the long-term monitoring of the organisms of MPAs, integrating employees, researchers and citizen scientists, in order to assist in the management of these areas. If we know which are the organisms and how they vary through time, we can better plan their conservation in the MPAs.
Currently, this pilot project is in testing period, and is divided into two stages:
Stage 1: The photographic record of the organisms of rocky shores (data gathering)
Stage 2: Photo analysis for biotopes identification (data processing).
Both stages involve citizen scientists.
Stage 1 was held on the Ilha das Palmas (Ubatuba - São Paulo state, southeastern Brazil), which is one of the islands belonging to the Tupinambás Ecological Station (ESEC Tupinambás), with the help of its employees who are SCUBA divers.
The photos were recorded on a stretch of the island's rocky shores, at depths ranging from 6 to 12 m, both in summer and in early autumn (January and April, 2017).
Now, for the stage 2, your help is essential! We need to identify the biotopes present in these photos.
Be part of the Monitore Tupinambás project and contribute to the development of this tool that can help in the monitoring and conservation of marine environments!
Reference: http://www.mma.gov.br/images/arquivo/80112/CNUC_FEV17 - C_Bio.pdf